Mora, então, na rua da amargura, alguém que não se contenta em não dizer.
Oi, eu sou o orgulho e sou o eu-lírico.
Não sei o porquê, mas mesmo depois das desculpas e de parecer estar tudo bem, continuo a não me sentir feliz. Realmente não sei. Talvez seja aquele velho sentimento conhecido... Aquele tal, o orgulho ferido, sabe?
Pois bem. Foi uma semana cheia de pensamentos e opressões, chororôs, conflitos, reclamações e ausências. Nada fácil pra um alguém que tem estes tipos de transtornos emocionais...
E agora, insisto, o que tenho que fazer é rever se vale a pena. Refletir se vale a pena furar o orgulho por algo que se mostra tão pouco relevante.
Mas de qualquer forma, feriram-me com a arma da maldade e da desonra, onde o criminoso apunhala sem ter qualquer conhecimento da vítima, achando estar matando a pessoa certa. Logo a mim, que sempre fui tão educado, tão paciente e bem sucedido. Duvidam das minhas qualidades de caráter agora.
Depois do barco da desconfiança e da descredibilidade, o Sr. Orgulho diz pra eu provar minha importância e publicar minha magnitude. Contudo, o Sr. Eu-lírico propõe algo de maior classe e realeza, condizente com meus princípios de pensar e agir: Sossega-te. Prova pra todo mundo que apenas não precisas provar nada pra ninguém.
Mas como já diziam os antigos, depois da tempestade vem sempre a calmaria...
Calmaria!!! Francamente!
Pode até ser que as turbulências tenham passado e a chuva afinado, mas ainda assim, não me sinto feliz...

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